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sábado, 6 de julho de 2013

Justiça do Acre desbloqueia contas de duas empresas do grupo Telexfree



As contas bancárias das empesas Wolrdschanger Intermediação de Negócios LTDA e Simternet Tecnologia da Comunicação LTDA, pertencentes ao grupo da empresa de marketing multinível, a Telexfree, foram desbloqueadas. A juíza titular da 2º Vara Civel da Comarca de Rio Branco, Thaís Borges, determinou o desbloqueio devido as contas da empresas não fazerem parte do processo em curso.

“Eu entendi que o desbloqueio dessas duas empresas não influenciam no bloqueio da decisão anterior”, disse a magistrada.

A empresa está com os seus cadastros e pagamentos suspensos há mais de 3 semanas por causa de uma ação de autoria do MPE acatada pela juíza Thaís Borges,. Os advogados da Telexfree chegaram a pedir a revogação da ação, mas o pedido foi indeferido pelo desembargador do TJ/AC, Samoel Evangelista.

AC 24 Horas

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Cássio critica PT e chama Governo de “oportunista”



Diante da onda de protestos e manifestações que se instauraram em todo o Brasil contra corrupção e melhores condições para os cidadãos, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) usou a tribuna do Senado, na quarta (03), para criticar o Governo Federal e cobrar atitudes decisivas na solução das problemáticas levantadas pela sociedade.

Cássio lamentou o gesto equivocado do governo federal de propor uma reforma política, já que, conforme explicou o senador, “referendo e plebiscito são iniciativas do Congresso Nacional e não do Poder Executivo”. Cássio denunciou que o governo federal faz "marketing político”, porque, segundo ele, não é capaz de dar "respostas qualitativas às demandas da sociedade".

Em tom de revolta, Cássio criticou a postura do PT: “Diante de manifestações populares que se repetem há um mês no Brasil, a solução retirada da mágica cartola presidencial é a reforma política. Por isto, mudanças nas formas de representação e nas regras que regem os governos e as eleições voltam a ser discutidas, com toda a força que caracteriza o oportunismo de um governo que joga para a platéia e pretende, espertamente, jogar a fatura da insatisfação popular no colo do Congresso Nacional”.

Cunha Lima disse estranhar que o PT, “depois de ter percorrido o caminho onde a participação do simpatizante, do militante e do filiado foi decisiva para fortalecer o partido e chegar ao poder, hoje esqueça essa trajetória e queira evitar que o cidadão, pelo menos este, possa participar do processo eleitoral”.

O senador contestou o modelo de” financiamento público” de campanha proposto pelo PT, ressaltando que se esse modelo tivesse sido adotado anteriormente a legenda jamais teria chegado a presidência da República: “Posso até admitir que as pessoas jurídicas estejam impedidas, mas as pessoas físicas estarem impedidas de dar a sua contribuição dentro de um sistema de financiamento de campanha é divorciar o cidadão do processo eleitoral”, defendeu.

Cássio assegura ter convicção de que “o modelo exclusivo que hoje é proposto pelo Partido dos Trabalhadores contribui muito mais para inibir o surgimento de novas forças políticas do que contribui para o barateamento das eleições em nosso país”, finalizou

  Da redação do blog com Assessoria 

Representante brasileiro da OEA defende democratização da comunicação



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comunicacaoA Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) conta com mais um integrante na defesa pelo direito à comunicação. Paulo Vanucchi tomou posse recentemente e defende a “compreensão da comunicação como um direito humano fundamental”.
Para Vanucchi, a democratização dos meios de comunicação é um passo essencial na consolidação da democracia e a concentração de meios seria uma distorção do sistema. Desta maneira, a discussão sobre o marco regulatório das telecomunicações é uma agenda que não pode ser mais adiada.
O representante da OEA afirma, ainda, que não se pode confundir liberdade de expressão e imprensa com a agenda da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que é “uma associação de empresários que precisa ser levada em conta”, apesar da instituição apresentar constante resistência às iniciativas de democratização da comunicação.



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